
Tento fazer do pouco aparente, realidade suficientePara sobreviver à necessidade do obsoletoTento não ser tão críticoPara não esquecer-me de quem sou quando o criticado for euTento imaginar-me melhor e mais puro a partir de agoraPara que neste próximo segundo, meu agora seja mais feliz e mais sóbrioTento respeitar a ordem das coisas e dos outrosPara não ficar tentando entender o que não é de minha ordemTento não convencer o mundo a ceder às minhas verdadesO mundo muda, eu mudo e minhas verdades mudarãoTento viver sem preocupar-me com a morteUma parte de mim nasce e outra morre a cada segundo, e isso é viverAgir com amor é a tentativa mais capaz e jamais se restringe ao “quase”Porque a intenção amorosa é uma vitória e, neste caso, tentar é conseguir
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